Ela de novo! A ministra Damares aconselha os pais de meninas fugirem do Brasil. É incrível como ela ainda é ministra!

Valter Campanato/Agência Brasil: <p>Futura ministra de Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, fala à imprensa no CCBB. Ela também ficará responsável pela Funai.</p>A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, defendeu uma “revolução cultural” no combate à violência contra a mulher no Brasil. Nesta direção, ela afirmou, em uma entrevista à Rádio Jovem Pan de João Pessoa, que aconselharia os pais de meninas a deixarem o país em função dos altos índices de violência.

“A gente vê um quadro que vamos precisar mudar. Recebemos uma pesquisa que diz que o Brasil é o pior lugar da América do Sul para criar meninas. Vejam só: se eu tivesse que dar um conselho para quem é pai de menina, mãe de menina? Foge do Brasil! Você está no pior país da América do Sul para criar meninas”, disse Damares em referência aos casos de abusos sexuais de meninas.

Compartilhe:
  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn
  • Orkut
  • email
  • Add to favorites
  • Blogger
Posted in Diversos, Política | Leave a comment

O jornal Le Monde afirma que os fenômenos do nazismo estão assombrando o Brasil do governo Bolsonaro

À esquerda: Fotomontagem RFI / foto: wikipédia Gustave WagnerO jornal repercute a reportagem do jornal Folha de S. Paulo revelando que Henrique Araújo, pai do chanceler Ernesto Araújo, contribuiu para impedir a extradição de Gustav Franz Wagner, criminoso nazista, nos anos 70, em plena ditadura militar. 

O ex-comandante do campo de exterminação de Sobibor, na Polônia, conseguiu fugir da Europa no final da Segunda Guerra Mundial, como vários outros integrantes da SS, a polícia de Hitler. Depois de uma passagem pela Síria, ele chegou ao Brasil, onde adquiriu uma propriedade no Estado de São Paulo e tentou apagar seu passado.

Nascido em Viena, em 1911, austríaco como o führer, Wagner aderiu ao partido nazista nos 20 anos e era conhecido pela sua eficácia no uso do monóxido de carbono, utilizado para assassinar os judeus e outros prisioneiros do campo de concentração nas câmaras de gás. Conhecido pela sua crueldade, ele chegou a atirar em um recém-nascido nos braços de sua mãe, lembrou o Le Monde.

Franz Wagner foi desmascarado em 1978 pelo “caçador de nazistas” Simon Wiesenthal, que assegurou ter reconhecido o ex-oficial da SS em uma festa em um hotel de Itatiaia (RJ) para festejar o aniversário de Hitler. Wagner, com medo de ser pego pelo Mossad, o serviço secreto israelense, se entregou sozinho à polícia brasileira.

Mas os pedidos de extradição formulados por Israel, pela Polônia e pela Áustria foram recusados pelo general Henrique Araújo, procurador-geral da época. O pai do atual chanceler, lembra o Le Monde, disse não ao estado Hebreu, argumentando que Israel não existia no momento dos crimes. Para a Polônia e Áustria, ele argumenta que houve prescrição dos crimes de homicídio.

Suicídio?

Henrique Araújo se recusou a qualificar os atos de Wagner como crimes contra a humanidade. Os juízes da Suprema Corte recusaram a extradição e, no dia 3 de outubro de 1980, Gustav Wagner foi encontrado morto, com uma facada no peito. A suspeita é que ele tenha se suicidado.

O general, conhecido por apoiar a censura, teve um papel importante mas “não definitivo” na proteção do criminoso, acredita Bruno Leal, professor de História Contemporânea da Universidade de Brasília ouvido pelo Le Monde, que ouviu vários especialistas sobre o assunto.

Segundo ele, apesar da “falta de vontade e de sensibilidade, sua análise foi tecnicamente correta do ponto de vista legal na época”, diz. Serge Klarsfeld, historiador e advogado, ressaltou que na época os pedidos de extradição, feitos para os governos da América Latina, eram na maior parte do tempo recusados.

A autora do livro “Les Amnésiques” (Aqueles que esqueceram, em tradução livre), Géraldine Schwarz, lembra que “os regimes militares na América Latina foram complacentes com os criminosos nazistas e isso não é um mistério. Mas em uma época em que o Brasil parece perder a memória, é sempre útil lembrar disso”, declara. Para o historiador Michel Gherman, “o discurso de alguns membros do atual governo lembra um alinhamento ideológico com certas ideias obscuras dos anos 30 no Brasil.”

A Folha de S. Paulo, ressalta o Le Monde, lembrou que o chanceler Ernesto Araújo qualificou, em 2017, o regime nazista de nacional-socialista e de “esquerda”, e elogiou seu “sentimento nacional autêntico”. O jornal francês também destacou que, em 2012, durante um programa de TV, Bolsonaro admitiu considerar Hitler como um grande estrategista, comparando o Holocausto ao genocídio provocado pelo desvio de verbas no Brasil dedicadas à saúde. O então deputado deixou entender que os judeus seriam de qualquer forma, mortos de fome e de frio. (Com o 247)

Compartilhe:
  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn
  • Orkut
  • email
  • Add to favorites
  • Blogger
Posted in Diversos, Política | Leave a comment

O lobby dos médicos e o descuidado dos pobres pelo governo Bolsonaro fizeram acabar o programa Mais Médicos

Resultado de imagem para mais médicosQuase três meses depois de Cuba deixar a cooperação com o Brasil por conta de críticas do presidente Bolsonaro e ordenar o retorno de mais de 8.300 profissionais que atuavam no Mais Médicos, o Governo Federal decidiu estabelecer uma data para encerrar de vez o programa, criado em 2013 pela então presidenta Dilma Rousseff para garantir a assistência básica em municípios vulneráveis. Conforme o EL PAÍS antecipou na tarde desta segunda-feira, os profissionais contratados no edital para o Mais Médicos que está aberto deverão cumprir seus contratos de três anos, mas não haverá novas convocatórias. Para substituir o Mais Médicos, o Governo estuda um novo programa, com carreira federal para atrair profissionais aos municípios que em geral não geram interesse. O desfecho é uma vitória para as entidades de classe que representam os médicos brasileiros, que sempre se opuseram aos Mais Médicos e teceram pontes com o Governo Bolsonaro desde a campanha.

Os sucessivos adiamentos de prazos do atual edital já eram um prenúncio da influência do lobby da categoria nos rumos do programa. Desde o período de transição governamental, antes mesmo de Bolsonaro assumir formalmente o cargo, o novo Governo abriu um canal direto para debater políticas públicas com distintas entidades médicas, que já vinham pedindo o encerramento do programa e rejeitavam tanto a atuação de médicos sem diploma revalidado no país quanto a proposta de uma revalidação especial para a Atenção Básica que abarcaria os cubanos. “Há muito tempo o Conselho Federal de Medicina não tem uma relação de proximidade com o Governo Federal. A nova gestão abriu essa oportunidade para as entidades médicas”, diz o primeiro secretário do Conselho Federal de Medicina, Hermann Von Tniesehause. Ele conta que o governo tem compartilhado propostas e ouvido a classe médica, mas que isso não muda a vigilância e autonomia da entidade para avaliar as políticas nacionais de saúde. (Fonte: El Pais)

Compartilhe:
  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn
  • Orkut
  • email
  • Add to favorites
  • Blogger
Posted in Diversos, Política | Leave a comment

O endividamento dos governos, das empresas e das pessoas

Assis Moreira (Valor, 21/01/19) informa: com a dívida global perto de US$ 250 trilhões, o mundo nunca esteve tão endividado. A discussão atual é como os tomadores de empréstimos e os mercados emergentes “irão desarmar suas bombas-relógio”.

A dívida global é agora três vezes maior que o tamanho da economia mundial. Cresceu mais de 12% (US$ 27 trilhões) desde 2016, alcançando US$ 244 trilhões no terceiro trimestre de 2018. É equivalente a 318% do PIB, ligeiramente inferior ao pico de 320% no terceiro trimestre de 2016, conforme o Instituto Internacional de Finanças (IIF), entidade que representa as instituições financeiras.

O endividamento de governos e companhias chegou a níveis recordes relativo ao PIB, atraindo a atenção dos bancos centrais ao redor do mundo. Os dois segmentos representam mais de 75% do aumento da dívida global desde 2008.

A dívida total dos governos passou de US$ 65 trilhões em 2018, de US$ 37 trilhões há uma década, concentrado sobretudo entre países desenvolvidos. No mesmo período, a fatura a pagar das companhias não financeiras passou de US$ 27 trilhões a US$ 72 trilhões, sendo 92% do PIB, sobretudo nos mercados emergentes.

A elevação da dívida em outros setores tem sido menor: o crédito para as famílias cresceu mais de 30% para US$ 46 trilhões, e do setor financeiro aumentou 10% para US$ 60 trilhões.

Segundo o IIF, desde 2016 o endividamento cresceu mais rapidamente nas famílias nos mercados emergentes, totalizando US$ 12 trilhões. A China é responsável por 45% ou US$ 6,8 trilhões em termos normais. O crédito também explodiu para famílias na Índia, México, Coreia, Malásia e República Tcheca, além de países desenvolvidos como a França, Bélgica e Finlândia.

De acordo com o IIF, no caso da Brasil a dívida das famílias equivale a 27,2% do PIB, das empresas não financeiras fica em 40,6%, do governo chega a 87,3% e do setor financeiro é de 35,1% do PIB. O grosso dessas dívidas é em real. No caso específico das corporações não financeiras, 16,8% da dívida é em moeda estrangeira.

Uma discussão atual é sobre o risco potencial do crescente nível de dívida das empresas para a estabilidade econômica e financeira global. Cerca de US$ 6,5 trilhões da dívida desse segmento vence em cinco anos.

Nos emergentes especificamente, a necessidade de refinanciamento será alta. Cerca de US$ 3,9 bilhões de títulos de dívida e empréstimos sindicalizados vão vencer até o fim de 2020. Uma parte da dívida, US$ 800 bilhões, é de governos e US$ 1,9 trilhões do setor privado não financeiro, por exemplo.

As necessidades de refinanciamento em dólar são elevadas para a Colômbia, Egito, Nigéria, Líbano, Chile e Argentina.

Para o banco UBS, com os melhores níveis de capitalização dos bancos e requisitos de serviço da dívida gerenciáveis de hoje, não parece haver uma ameaça iminente da dívida para os mercados globais. Mas diz que a situação pode se deteriorar fortemente no caso de uma recessão. Nesse caso, o endividamento aumentaria ainda mais rapidamente, bancos centrais seriam obrigados a retomar a compra de ativos e aumentaria a pressão para os bancos comerciais elevarem seu capital próprio.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou estudo de dois economistas sobre os passos para se evitar uma crise da dívida. Eles constataram que o peso da dívida pública é um problema crescente em todo o mundo, chegando a níveis não vistos desde a Segunda Guerra Mundial.

Martin Muhleisen e Mark Flanagan propõem três políticas prioritárias:

  1. primeiro, são necessários mais esforços para garantir que o endividamento soberano seja financeiramente sustentável.
  2. segundo, é preciso assegurar que todos os países divulguem informações completas e transparentes sobre sua dívida pública.
  3. terceiro, é preciso promover colaboração entre credores oficiais para que se preparem para casos de reestruturação da dívida envolvendo credores não tradicionais.

Continue lendo no  Blog Cidadania & Cultura

Compartilhe:
  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn
  • Orkut
  • email
  • Add to favorites
  • Blogger
Posted in Economia | Leave a comment

Depois de ser xingado por militante do PT, Ciro Gomes diz: “Eu não sou corrupto. Eu tô solto! É o Lula que está preso, babaca! “

Depois de ser xingado por militantes do PT, o Ciro Gomes o chamou de “babaca”, nesta quinta-feira (7), durante a Bienal da UNE, em Salvador. “O Lula tá preso, ô babaca”, gritou Ciro por duas vezes. Ciro gritou para os estudantes: “Eu não sou corrupto. Eu tô solto! É o Lula que está preso, babaca! O Lula tá preso, ô babaca!

Durante o evento, Ciro declarou-se amigo de Lula.

“O jovem no bar é obrigado a defender corrupção, aparelhamento do Estado, formação de quadrilha. Isso não é para vocês. Vocês não têm nada a ver com isso”, disse. Logo em seguida alguém da plateia gritou: “corrupto”. “Não sou, não. Eu estou solto. Eu sou limpo. eu sou limpo. Lula está preso, babaca”, bradou. Parte da plateia vaiou e pediu: “Fora Ciro”.

“Ele aceitou os recursos. Desculpa, não sou eu que condenei o Lula. Não está na minha mão liberar Lula. Eu avisei se a direita ganhasse as eleições, o Lula ia ficar encarcerado por muito mais tempo. Avisei na campanha. Todo mundo pode vomitar paixão que quiser, mas enquanto a gente ficar assim, acreditando em minorias ínfimas, esmagadoramente derrotados que fomos… Companheiros, nós fomos humilhantemente derrotados pro essa estratégia. Insistir nela afunda o Brasil”, discursou.

Compartilhe:
  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn
  • Orkut
  • email
  • Add to favorites
  • Blogger
Posted in Política | Leave a comment