Até quando brasileiros morrerão em tragédias naturais?


Um país com dimensões tão grandes, com tantas áreas que poderiam servir para construção de moradias seguras não pode sofrer tantas tragédias em conseqüência de quantidade de chuvas maior do que o habitual. Nos últimos tempos, tem havido uma incidência muito grande dessas tragédias em que milhares de pessoas são fortemente afetadas e centenas perdem as suas vidas. O que deve ser feito para evitar ou ao menos diminuir essas tragédias? É possível encontrar culpados, além da quantidade de chuvas muito maior do que o normal (como sempre se escuta das autoridades ao tentar justificar o injustificável), por essas tragédias?


É com muita dor, tristeza, agonia e revolta que assistimos essa tragédia que tem afetado impiedosamente vários municípios dos estados de Pernambuco e Alagoas. São famílias que perderam tudo do pouco ou muito pouco que possuíam. Além disso, o que é muito pior, dezenas de vidas foram perdidas por conta dessas chuvas que chegaram a destruir cidades inteiras. A destruição foi tão intensa que transformou ruas e residências em rios e lagos. O desolamento é semelhante ao verificado em tragédias ocorridas nos estados de Santa Catarina e no Rio de Janeiro, somente para lembrar os casos mais recentes em que muitas pessoas perderam suas vidas e a configuração de tragédia ficou nítida.


Em todos esses casos é possível evitar a intensidade da tragédia. Evidentemente que não é possível, pelo menos em curto prazo, evitar a magnitude das chuvas, mas é perfeitamente possível evitar que tanta destruição ocorra e, principalmente, vidas sejam perdidas por conta das chuvas. Existem meios sofisticados de previsão de incidência de chuvas, inclusive a intensidade e período, e em quais localidades irá chover mais e onde irá chover menos. Ao mesmo tempo, as autoridades municipais, estaduais e federais devem proibir que se construam residências ou prédios comerciais em locais próximos a margens de rios e córregos e em morros. A combinação de duas providências pode evitar chorarmos as perdas de vidas e o sofrimento de tanta gente por causa das chuvas: Utilizar de forma crível, séria e eficiente todas as técnicas disponíveis de previsão de chuvas e tirar todas as construções que fiquem próximas a rios ou em morros.


Essas providências cabem ao poder público que tem a obrigação de impor medidas duras para que essas histórias de dor não se repitam em outros lugares ou até mesmo onde já ocorreu no passado. A culpa pode ser creditada às autoridades que deixaram que fossem construídas habitações, comércios e outros tipos de construções em locais que não deveria existir. Pode-se argumentar que em muitos anos não ocorreu nada parecido com tanta chuva, mas quem vive em lugares próximo a rios e encosta de morros sabe que o perigo existe e em algum momento pode ocorrer o inesperado. Portanto, a culpa pode também ser creditada a quem vive nesses locais.


As autoridades devem impor por todos os meios e formas para que nessas áreas de risco sejam proibidas habitação ou qualquer tipo de atividade em que indivíduos sejam postos em perigo. Mas também devem proporcionar condições para que as pessoas possam continuar as suas vidas e as suas atividades sem nenhum problema em um local mais seguro. Tem que haver uma opção em que as pessoas não fiquem prejudicadas. A culpa das pessoas é muito relativa quando elas constroem suas residências nesses locais quando elas não possuem alternativas. É preciso que seja feito um levantamento de todas as áreas de riscos em todo o território brasileiro e já começar a tomar as providências. Nessa empreitada, necessariamente, os Estados, os Municípios e a União tem que se unir e buscar fazer um trabalho bem feito e eficiente.

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Os rendimentos dos empregados do judiciário são muito altos

Todo trabalhador tem a possibilidade de reivindicar os seus direitos e de buscar receber um salário que seja compatível com a sua atividade e produtividade para o setor e a organização onde trabalha. Entretanto, não se pode admitir que ocorram abusos em que os rendimentos sejam muito superior ao que, digamos, seja “merecido”. As pessoas devem ter um rendimento que seja compatível com o que é pago com o mercado. Evidentemente que podem existir diferenças, mas estas não podem ser exorbitantes e totalmente distorcidas do que se é praticado, se ocorrer distorções muito grandes certamente existirá algo errado que deve ser corrigido porque está prejudicando pessoas ou a própria sociedade.


 

Um caso que distorce totalmente do que se pratica no mercado brasileiro é o que está ocorrendo no nosso judiciário. O maior salário no mercado e que quer um reajuste que em alguns casos pode chegar até a 81%. O judiciário é o setor em que se paga os mais altos salários no Brasil, com pessoas ganhando mais R$ 30 mil por mês. E ainda querem mais. A verdade é que as pessoas quanto mais ganham mais querem ganhar, o pessoal do judiciário é uma prova disso. Se formos comparar o salário de uma pessoa que trabalha no setor privado com auxiliar administrativo em uma empresa de médio porte pode ganhar em torno de uns R$ 800,00 mensais enquanto que essa mesma pessoa se fosse trabalhar no judiciário com esse mesmo cargo poderia ganhar mais de R$ 5.000,00 por mês.


 

O judiciário é muito importante para a sociedade e seus trabalhadores são de muita utilidade, assim como todos os outros trabalhadores em todos os outros setores, mas não podem prejudicar a nossa sociedade duas vezes. A primeira é pelas péssimas condições de atendimento da população em razão da greve e a segunda é por esse absurdo de aumento que querem impor às custos de todos os contribuintes brasileiros. É preciso que tudo isso seja ponderado e a razoabilidade seja respeitada e não obtenham esse aumento que é um verdadeiro absurdo e uma humilhação ao povo brasileiro que ganha tão mal e ainda ter que pagar salários astronômicos para um setor que muitas vezes nem cumprem o seu papel direito. A nossa sociedade clama por melhores salários, mas para todos, não apenas para um pequeno grupo de felizardos e privilegiados.

Pode-se acessar outros artigos meus nos seguintes links:

http://www.agenciara.com/index.php?id=14985&idioma=1

http://www.jornaldomunicipio.com.br/modules/soapbox/column.php?columnID=14

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O mais importante para um ser humano é a vida

Em todos os momentos temos situações em que ficamos tristes, pensativos e às vezes até revoltados, mas sempre temos algo que é mais importante do que tudo, que sem a sua existência cada um de nós perde o significado: a vida. A vida é um dom que cada um de nós recebeu para fazer dele algo que tenha máxima importância e que gere a máxima satisfação para quem o possua. Com tantos desafios e com tantos fatores que ameaçam a oportunidade de viver de cada pessoa tornam a vida frágil e, paradoxalmente, sem muita importância. Por que apesar da infinita importância da vida ela é ameaçada constantemente deixando-a frágil e desprotegida? O que fazer para que a vida fique em primeiro plano na mente de todas as pessoas? Quais os caminhos que levam para a plena realização das virtudes e belezas que a vida pode oferecer?


 

A ganância, a vontade de ser o melhor a qualquer custo, o egoísmo, a falta de amor aos outros podem ser descritos como os principais fatores que podem levar a sociedade a ter um comportamento que levam a dar muito menos valor à vida se comparado com o que esta deveria ter. No trânsito, as pessoas guiam seus veículos perigosamente sem medir a possibilidade de ocorrer um acidente por causa dessa imprudência e levar à morte de alguma pessoa. As pessoas, às vezes matam outras somente porque não podem ou não conseguem manter uma relação amorosa com outra pessoa. Os marginais que assassinam pessoas muitas vezes de forma fútil. E mais uma série de outras circunstâncias em que a vida de uma pessoa é destruída pelas mãos de uma pessoa. O significado de vida para todas essas pessoas é muito inferior à grandiosidade da importância que a vida humana tem.


 

Em todas essas e outras circunstâncias em que a vida é destruída falta reflexão, orientação e amor. Quando uma mulher comente um aborto, por exemplo, ela não imagina que apesar de eventuais dificuldades para criar a criança, terá um filho ou uma filha que a amará que poderá lhe ajudar muito durante toda a vida. Da mesma forma, uma pessoa que foi morta no trânsito se estivesse viva em momentos posteriores poderia, eventualmente, ajudar ou até mesmo salvar a vida do seu assassino em alguma circunstância. As pessoas devem partir para o coletivo, para a participação conjunta, deve passar a se importar com as outras pessoas. Não podemos viver em uma sociedade em que as outras pessoas não possuam importância alguma.


 

A vida de cada pessoa é uma dádiva que deve ser cuidada, orientada e levada para a realização plena de todas as suas virtudes, transformando-a em algo extremamente agradável, harmônica e saudável. Não podemos viver com medo de outras pessoas. O espírito destruidor que habita a mente muitas pessoas deve ser destruído e em seu lugar deve nascer o espírito da reconciliação, do perdão, da socialização, do respeito aos outros e da ética nos relacionamentos. Todos nós possuímos a responsabilidade de transformar o coração e a mente de todas as pessoas que possam ter alguma tendência para desrespeitar as outras em qualquer grau. Destruir a vida humana não pode está na mente de nenhum ser humano.


 

O amor em que a vida foi criada deve servir eternamente para preservá-la, para levá-la a gerar mais amor, beleza e felicidades. A destruição dessa dádiva é lago que não se pode admitir. Devemos respeitar, construir e preservar a nossa vida e a vida de cada pessoa que esteja próximo de nós. O rancor, o ódio, a vingança, o egoísmo, o desrespeito devem dar lugar à solidariedade, o amor, ao respeito e ao perdão. Os momentos que poderemos ficar em desespero podendo cometer alguma coisa contra a vida devemos no concentrar no que a vida tem de bom também para quem iremos ofender. Assim, podemos fazer com que o amor e o perdão prevaleçam sobre a destruição. A vida deve ser o centro de toda a existência na terra. Devemos amar, cultivar e alimentar a nossa vida e a vida de todas as outras pessoas.

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A produção agrícola e a preservação ambiental


Não resta nenhuma dúvida que devemos ter o máximo de cuidado com o ambiente em que vivemos, devemos cuidar muito bem, em todos os aspectos, da natureza que nos cerca e de quem tanto precisamos para vivermos bem e termos uma vida saudável e que as futuras gerações também possam ter a mesma oportunidade. Entretanto, para que podermos proteger a natureza é necessário que sejam realizados sacrifícios de ordem econômica? A agricultura deve ser penalizada em razão da proteção ambiental imposta pela legislação existente e que deve ser modificada pelo Congresso Nacional?

A verdade é que precisamos proteger o meio ambiente, mas ao mesmo tempo é preciso que seja encontrado um meio termo para a agricultura. O agricultor não pode desmatar florestas em áreas consideradas de preservação permanente como florestas que ficam nas encostas, várzeas, topo de morros, nascentes e matas que protegem as margens de córregos ou rios. Essas áreas são protegidas por lei e devem ser respeitadas. Entretanto, no caso das encostas e várzeas deve-se encontrar alternativas para que o agricultor possa conviver de forma harmônica com a produção, a preservação ambiental e a qualidade de vida. Sabe-se que existem técnicas para que essas áreas possam ser utilizadas sem nenhuma agressão à natureza. Nas áreas que margeiam os córregos e rios e em suas nascentes não se pode conceber qualquer tipo de atividade agrícola ou pecuária. Essas áreas devem ser preservadas ao máximo, se possível com indenização aos proprietários que tiverem uma parte razoável de suas terras atingida por esse tipo de terreno.

É necessário que a produção agrícola seja incentivada com o emprego de técnicas mais avançadas que agridam o mínimo ao meio ambiente e que sejam portadoras de alta produtividade elevando o rendimento médio desses batalhadores que são muito penalizados. É da agricultura que sai a maior parte de nossos alimentos que nos deixa satisfeitos e que matam a nossa fome todos os dias. Bilhões e bilhões de pessoas precisam se alimentar e é na agricultura que se produz alimento para toda essa gente.

Graças a técnicas apuradas não se pode admitir o modo de produção da agricultura praticada há cerca de 40 ou 50 anos. Naquela época, a agricultura é muito rudimentar e estava começando a se desenvolver muito devagar em algumas regiões do país e as pessoas e a sociedade como um todo não tinha consciência dos problemas ambientais causados em razão da prática de forma irresponsável da atividade agrícola. Hoje todos nós temos consciência da grave conseqüência para o meio ambiente e para a vida de todos de eventual irresponsabilidade de prática agrícola que esteja em desacordo com a legislação desde que a legislação esteja de acordo com a proteção ambiental plena e com a possibilidade de se praticar a agricultura sem agredir a natureza e com alta produtividade. A natureza, a agricultura e a sociedade merecem termos uma legislação que contemplem a coexistência da preservação e da produção.

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Democracia requer moralidade na política

Segundo pesquisa divulgada recentemente, os políticos estão entre os que são menos admirados pela população brasileira. A situação é crítica e representa a percepção que as pessoas possuem das atividades dos políticos que deveriam, ao contrário, está entre aqueles os que a população mais pudesse confiar dada a importância de atos e práticas que um bom político pode e deve fazer para a sociedade. Mas pelo que demonstra essa pesquisa, os políticos em geral estão longe de atingir essa meta de servir bem a população. Quais são os principais motivos que levam as pessoas a não acreditarem nos políticos? O que a sociedade deve fazer para que esse problema seja solucionado ou ao menos diminuído? O que os partidos devem fazer para melhorar essa situação?


Os motivos que levam as pessoas a não terem confiança nos políticos são óbvios e todo mundo sabe. São muitas falcatruas praticadas por pessoas em atividades nos poderes executivos e legislativos, ações não éticas que muitos políticos praticam em exercício de mandato no legislativo ou no executivo e muitos outros fatores que levam a população a perceberem que os políticos desviam do que deveriam fazer. Evidentemente, existem políticos, felizmente, que honram no nome e exercem os seus mandatos com dignidade, respeito às leis e aos eleitores e merecem, portanto, o respeito e a consideração de todos. Entretanto, a existência de muitos que querem obter benefícios próprios em detrimento do resto da população. Estes merecem o repúdio, a revolta e o troco no dia das eleições por parte da população.


A sociedade tem feito muito para moralizar a política brasileira, mas, como se percebe, não tem sido insuficiente. A própria revolta das pessoas em programas de televisão, jornais, revistas e internet com relação aos políticos é uma forma de ajudar a melhorar o quadro, mas também tem-se tomado outras ações mais diretas na tentativa de fazer com que as atividades dos políticos sejam realizadas tendo como único objetivo a melhora da vida das pessoas. O Congresso Nacional acabou de aprovar uma lei de iniciativa popular onde mais de 1,6 milhão de pessoas fizerem um abaixo assinado pedindo punição para todos os políticos corruptos, inclusive impedindo que os mesmos possam se candidatar. A aprovação dessa lei foi muito importante. Embora tenha sofrido algumas alterações em sua concepção original, a sua aplicação já nesta eleição de 2010, conforme determinou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se constitui em uma mudança significativa na qualidade em termos morais dos candidatos nestas eleições.


Os partidos possuem uma responsabilidade muito grande porque são eles que escolhem os candidatos. Todos os partidos deveriam excluir de seus candidatos todos aqueles que possuem problemas com a justiça de qualquer natureza independentemente o que determina a lei eleitoral vigente atualmente. Isso, certamente, deixaria de fora da disputa e, consequentemente, fora do poder muitas pessoas que entram na política para praticarem atos ilícitos que, muitas vezes, praticam na atividade privada. Todos os partidos devem escolher os seus candidatos entre as pessoas que possuam ética, moral e respeitos às pessoas. Esses tipos de candidatos poderão elevar e melhorar a percepção que a maioria da população possui dos políticos.


Apesar de que estamos no período em que quase todos os brasileiros estão totalmente ligados na copa do mundo, é muito importante também que todos prestem muito atenção nas escolhas que os partidos estão fazendo de seus candidatos a cargos eletivos das eleições de 2010. O brasileiro terá que votar naqueles partidos que não aceitaram os chamados “ficha-suja” entre os seus candidatos. Se o eleitor vota em um determinado candidato que conhece e já vota em eleições anteriores, mas que o mesmo partido desse candidato aceitou políticos com ficha suja, o voto desse eleitor poderá ser dado também para esse político corrupto. Assim, embora o cidadão tenha votado em político honesto o seu voto poderá beneficiar um político corrupto. Na verdade, os partidos, a população e os candidatos possuem muita responsabilidade nas eleições de 2010. Vamos escolher os melhores candidatos e votar em partidos que rejeitem os corruptos.

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Toda pessoa precisa de outras pessoas

Cada dia que passa, cada momento da vida de cada pessoa se caracteriza como a dependência de outra pessoa. Sempre dependemos das pessoas, por mais rico ou mais poderoso que seja uma pessoa, ela sempre irá depender de outra pessoa ou de outras pessoas em determinados momentos da vida. Muitas vezes isso ocorre de forma constante outras vezes em menores magnitudes. Em que grau as pessoas dependem de outras pessoas? Consegue-se fazer sucesso sozinho sem a participação de outras pessoas? As pessoas são auto-suficientes a ponto se realizarem profissional e socialmente sem que haja necessidade de ajuda ou a participação de outras pessoas?


A verdade é que precisamos das pessoas e muitas vezes não nos damos conta disso. Mesmo um grande empresário tem a necessidade de pessoas para lhe ajudar a realizar e construir riqueza, um chefe precisa de pessoas competentes para produzir bons resultados, um bom profissional precisou de bons professores que lhe ensinassem e lhe proporcionassem uma grande quantidade de conhecimentos. Muitas vezes os interesses são convergentes, outros ocorrem relações apenas em razão de pagamentos e outras vezes ocorrem as duas coisas: as pessoas ajudam mediante pagamento e se sentem comprometidas em ajudar. A ajuda pode ser caracterizada das mais diversas formas.


A pessoa por mais simples que seja merece nossa atenção e nossa consideração. Se for uma pessoa que serve o nosso café no escritório tem grande importância porque ao fazer e trazer o cafezinho no deixa mais descontraídos e menos estressados, o que nos ajuda muito tanto em termos de nosso comportamento com as outras pessoas como pode nos deixar mais produtivo. A pessoa que faz a limpeza deve ser muito bem tratada por nós porque o seu trabalho é muito importante. Trabalhar ou viver em um lugar sujo é muito desagradável, a pessoa que deixa os lugares limpos, seja no escritório ou na rua, merece o nosso respeito e nossa admiração e não o preconceito ou o desrespeito a ela. As pessoas por mais simples que sejam, por mais humildes que sejam devem ser tratadas com dignidade, respeito e carinho porque além de ser um ser humano semelhante a qualquer um de nós pode nos ajudar a qualquer momento.


Independente do nível profissional, social ou econômica que uma pessoa ocupa na sociedade deve ser reconhecida com uma pessoa igual a qualquer um de nós. É muito importante que nunca queiramos ser superiores às outras pessoas somente porque temos algum cargo que seja superior aos das demais pessoas ou porque temos um salário superior ao de outras pessoas ou porque temos conhecimentos e formação superior a do demais. Sempre devemos manter a humildade porque nunca podemos dizer: eu não preciso de ninguém. Se alguma pessoa disser isso, certamente estará dizendo uma mentira. Ninguém pode dizer que é auto-suficiente, sempre poderá necessitar da ajuda de alguma outra pessoa, seja mediante o pagamento de alguma compensação ou gratuitamente, mas irá precisar. O dinheiro e a riqueza muitas vezes podem constituir em uma ajuda significativa, mas pode falhar em determinados momentos, sendo aí, portanto, falho mesmo que tenha alguma ajuda de outras pessoas. O tratamento a todas as pessoas deve ser cordial e sem distinção. Respeitar as pessoas é um dever e uma obrigação de todos.

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Os filiados devem respeitar mais os seus partidos

A democracia se faz com os partidos políticos, isso ninguém discute e todos entendem que seja uma verdade incontestável. Ao mesmo tempo, pode-se indagar se realmente os membros dos partidos participam dessas instituições pautados em idéias, conceitos, programas e ideologias que são peculiares de cada partido. Cada partido tem a sua linha programática que deve ser seguida por todas aquelas pessoas que assinam ficha de filiação. Será que os filiados são fiéis a seus partidos? Os filiados seguem o partido nas eleições votando e angariando votos para os candidatos do próprio partido? Quais as causas de tanta infidelidade partidária existente em nosso país?


Evidentemente que existe aqueles partidos em que os seus membros são mais fiéis, mas na imensa maioria dos partidos existem infiéis entre seus membros, alguns mais outros menos, mas praticamente todos são vítimas da infidelidade de seus filiados. A situação é mais crítica nas eleições para estaduais, tanto para deputado estadual, federal, senado e governador. Nessas eleições em que os membros dos partidos deveriam ser os mais garridos e defensores dos candidatos de cada partido são compelidos a apoiar candidatos de outros partidos em razão de diversos motivos. Nesse momento a democracia sofre um revés em razão de certos membros de partidos negarem e deixarem de fazer o que deveriam fazer para elevar o processo democrático em nosso país.


O problema se origina, na maioria das vezes, nos municípios onde os prefeitos tentam criar verdadeiros feudos com a política do “dar lá toma cá” que tanto macula a boa prática política e ajuda a sujar cada vez mais o conceito de político e de práticas políticas perante a sociedade. Isso é muito ruim para a comunidade dos municípios que deixam a oposição enfraquecida para combater eventuais desmandos ou ações escusas por parte da prefeitura quanto deixam os políticos e os filiados ligados a esses políticos totalmente amarrados a esses “manda-chuva” da política local. É muito fácil encontrar essa situação nas prefeituras dos municípios brasileiros, em que o prefeito oferece cargos e até dinheiro para que membros da oposição passe apoiar as ações da prefeitura e aprovando todos os projetos do prefeito e, o que é pior, apoiando os candidatos às esferas estadual e federal que o prefeito indicar. Isso é o que leva a muitos partidos sérios importantes a se transformarem em partidos de aluguel em muitos municípios brasileiros.


É chegada a hora de se moralizar os partidos brasileiros começando com a aplicação da lei de fidelidade partidária a todos aqueles membros de partidos que não cumpram com a obrigação de apoiar os candidatos de seu partido em eleições. É preciso acabar com essa prática de se criar feudos políticos em que o coronel político local, por meio da força e do poder econômico, faz de partidos considerados sérios e respeitados em subservientes aos seus desejos que muitas vezes são totalmente divergentes dos interesses do partido. É triste ver pessoas que diz que pertence a um partido, mas que na verdade não faz nada por esse partido, ao contrário, muitas vezes trabalham contra. Os filiados devem ser fiéis aos seus partidos, devem votar e trabalhar pelos candidatos de seus partidos, não se pode admitir que um filiado com cargos ou sem cargo eletivo vote ou trabalhe para um candidato de partido distinto do seu partido. É necessário que os partidos sejam respeitados para que a democracia possa funcionar plenamente. A fidelidade partidária é um passo extremamente importante nessa caminhada em direção ao respeito aos partidos políticos.

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O poder público deve ter maior atenção com a educação

Educação é fundamental para que um povo encontre o desenvolvimento e o progresso e, consequentemente, almeje alcançar um maior padrão de vida. O setor público deve investir pesadamente na área educacional para que a nação possa trilhar nos trilhos seguros do desenvolvimento e do crescimento. Evidentemente que a educação sozinha não é suficiente para alavancar a economia de um país e nem aumentar o padrão de vida da sociedade como um todo, mas necessariamente tem que existir boa formação profissional e educacional da população para que o país tenha êxito em seu desejo de alcançar o sucesso econômico. Será que no Brasil as autoridades estão levando tão a sério os investimentos em educação? Será que existem bibliotecas e livros suficientes para que os estudantes possam realizar os seus estudos e pesquisas sem muita dificuldade?


Na verdade, todos os gastos que são realizados com a educação deveriam ser considerados como investimentos porque está realizando investimento em capital humano, formando e preparando as pessoas para executar as suas atividades com muito mais eficiência e produtividade o que leva a produzir muito mais com menos pessoas e menos esforços. Por conveniência, os gastos com livros, professores, etc. são considerados como custeios, entrando como investimento apenas a construção de prédios e a compra de equipamentos e mais alguns poucos gastos. Essa metodologia de cálculo deveria ser revista para fossem mais coerentes com a natureza dos gastos dessa área.


Independentemente dessa questão, o poder público brasileiro gasta muito pouco e sem eficiência no que é gasto com educação. Ultimamente até que tem se expandido a quantidade de educação para a população nos três níveis educacionais. Entretanto, o nível da educação ofertada deixa muito a desejar com péssimas condições de trabalho para os docentes, principalmente nas escolas da periferia das grandes cidades. O professor que deveria ser dada a autoridade, treinamento e remuneração descentes são, muitas vezes, deixado em segundo plano. Como se pode oferecer educação descente se o responsável direto não tem condições de executar as suas atividades de forma adequada? É preciso rever de forma sistemática as condições gerais dos professores para que seja possível ter educação que a nossa sociedade merece.


Outra questão que deve ser seriamente revista está relacionada com as condições adequadas para que os estudantes possam executar as suas atividades discentes. Atualmente, as bibliotecas existentes são poucas e com poucas obras disponíveis. Em muitas escolas de nível fundamental a situação chega a ser extremamente crítica, faltando materiais de pesquisas o que afeta negativamente a qualidade e o nível de aprendizado dos estudantes. Existe um estudo que verificou que há uma necessidade de 93 mil bibliotecas somente para o ensino fundamental. O poder público deve aumentar os seu gastos com construção de bibliotecas, com a compra de publicações e com a informatização, deixando-as totalmente modernas e facilmente acessíveis para todos que necessitem.


O poder público, governo federal, governos estaduais e prefeituras, tem a responsabilidade de tornar a educação brasileira no nível que é ensinado nos país mais ricos do mundo. Para começar, deverá cuidar muito bem dos professores dando-lhes condições ideais de trabalho fazendo com que todos os seus esforços sejam realmente direcionados para elevar os conhecimentos e a formação dos seus alunos. Treinamento, salário condizente com a formação e segurança moral e física para todos os docentes são precondições para que a educação pública ofertada pelo estado brasileiro seja digna de ser reconhecida como de boa qualidade. Ao mesmo tempo, é também preciso oferecer condições adequadas para os estudantes facilitando a busca de publicações e condições satisfatórias para que possam realizar as suas pesquisas, seus trabalhos e seus estudos.

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A vida deve ser respeitada e preservada

Nada que existe na terra pode ser comparado com o dom da vida humana e com tudo que vem dela. A vida é uma dádiva que poderia ser louvada, idolatrada e preservada ao máximo. A plenitude do próprio viver e as possibilidades de tantas coisas boas que a vida pode proporcionar deveriam servir de justificativas para que a vida fosse a chama da esperança, da paz, da alegria, da irmandade, do voluntariado, do doar às outras pessoas, do proteger a vida. As pessoas respeitam a vida como deveria? O Estado respeita a vida? A sociedade tem amor e protege a vida?

A vulgaridade, o desrespeito e a falta de amor para com a vida deveriam ser combatidos de forma forte e impiedosa porque, infelizmente, a vida é tratada por muitas pessoas como algo totalmente descartado, muito longe do valor que realmente tem. A ganância, o egoísmo, a vontade de querer ser o maior, a vontade de decidir pelo destino de outro ser humano fazem com que tantas vidas sejam ceifadas e a luz que está presente em cada um ser humano se apaga pelo desejo de outra pessoa. Somente em nosso país por semana são milhares de pessoas que são impedidas de viver e têm a vida interrompida pela ação de outra pessoa ou de outras pessoas nas mais diversas circunstâncias.

O nosso país está repleto de exemplos de crimes de morte que são cometidos todos os dias desde mães desesperadas e sem nenhum pudor ou respeito à vida que cometem aborto matando um ser inocente sem nenhum poder de defesa até marginais que assassinam crianças, jovens e adultos. O número de crimes que ocorrem em razão de fatos banais é muito grande, são casos que poderiam perfeitamente ter sido evitados e vidas teriam sido salvas. Além dos crimes de morte que são cometidos de forma premeditada ou banalmente existem aqueles que são cometidos nos trânsitos, nas farras, nas bebedeiras e, principalmente, no uso e tráfego de drogas. Em todos os casos, o poder de quem comete esse crime bárbaro se revela muito mais importante e forte do que a vida de uma pessoa. Isso em hipótese alguma pode ser tolerado.

Não existe nenhum crime que se aproxime em termos de crueldade ao crime de morte, destruir a vida de uma pessoa não pode ser comparado a nenhum outro crime. Portanto, deveria ter uma pena extremamente alta, muito mais alta do que todos os outros crimes. Mas, além disso, deveria existir a certeza da punição. Não é raro observarmos pessoas que cometeram crimes de mortes que não chegam nem a serem presas! Enquanto que muitas outras ficam presas por muito pouco tempo. O poder público deve tomar todas as providências para proteger o nosso maior dom por meio de políticas que possam garantir a segurança à vida. Por meio de leis severas, com ações afirmativas de combate firme e forte ao crime contra a vida e com atuações sociais, psicológicas e educacionais que possam elevar o amor à vida por parte das pessoas.

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O Estado deve combater o uso do crack

A vulnerabilidade das famílias brasileiras aparece de todos os lados e pelos mais diversos meios e formas. Muitos jovens e adultos são levados para o desperdício de vida, tempo, dinheiro e saúde em razão de vícios altamente devastadores culminando, em muitas vezes, na perda da própria vida. Muitas famílias de todos os níveis econômicos, social e educacional já tiveram algum ente querido envolvido no uso de algum tipo de droga ilícita. A droga não escolhe a hora ou o lugar, ela aparece em todos os lugares. O que deve ser feito para diminuir fortemente a incidência do uso de droga em nosso país? O que o governo tem feito para combater a droga?


Existem vários tipos drogas destruindo as pessoas, mas uma em especial está se transformando em uma verdadeira epidemia. Segundo o Ministério da Saúde, existem em torno de 600 mil pessoas viciadas no crack. Essa droga por ser barata, as pessoas mais pobres possuem mais possibilidade de ter acesso a elas e com o seu alto poder de dependência, está fazendo pessoas em todas as regiões do Brasil, notadamente naquelas mais pobres, viciadas e totalmente dependentes. Até mesmo na zona rural essa droga está fazendo vítimas, que são pessoas totalmente indefesas em razão de está em alguma dificuldade ou simplesmente por querer experimentar algo novo. Aí já não tem mais jeito, em pouco tempo a pessoa que queria somente ver como era transformou-se em um viciado de uma droga, que segundo especialistas, é uma das mais perigosas e destruidoras das que existem.


Na verdade, esse problema deve ser tratado como de polícia e de saúde pública. A polícia de entrar para combater firmemente os comerciantes dessa droga e a saúde é para tratar de forma eficaz todos os dependentes, inclusive de forma compulsória. Entretanto, nenhuma coisa nem outra está sendo feita, pelo menos da forma e nem na magnitude que deveria ser. No Sistema Único de Saúde (SUS) existem apenas 2,5 mil leitos para os dependentes de todas as drogas. Enquanto que a polícia esta sendo totalmente incapaz de combater o tráfego de drogas, em especial o crack, visto que a quantidade de pessoas que viciadas está aumentando.


É preciso que haja de fato comprometimento das autoridades e vontade política para combater esse grande problema com resultados considerados satisfatórios. O governo só tem prometido e nada de ações concretas por parte do poder público, quando muito ocorrem algumas ações paliativas cujos resultados além de serem insatisfatórios são insignificantes. O poder público tem a obrigação de proporcionar a liberdade às pessoas que estão aprisionadas pelo vício do crack. O sentimento humano dos governantes deve ser realçado no momento de tomar alguma decisão de investir no combate a essa praga. O traficante deve ser preso e punido exemplarmente e o dependente de passar por tratamento que seja extremamente eficaz, transformando uma pessoa que teria como destino muito provável o roubo, outros crimes ou a morte precoce. As autoridades brasileiras devem levar esse problema mais a sério porque multidões de pessoas ou estão sofrendo com esse problema ou tem alguém da família quês está sofrendo com o vício do crack.

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