Parlamentares da bancada evangélica da Câmara dos Deputados quer o perdão das dívidas das igrejas

Foto: Agência Câmara
É destaque na coluna de Mônica Bergamo, nesta segunda (24), que a Câmara deve derrubar uma emenda ao Refis (programa de renegociação de dívidas com o governo) elaborada pela bancada evangélica, que dispensa igrejas de pagar impostos sobre remessas ao exterior.
Segundo a colunista, “no limite”, a emenda ainda prevê a possibilidade até mesmo de devolução de impostos já pagos, sendo considerada um “exagero” em termos de privilégios pelo próprio governo, apesar da preocupação em agradar a bancada.
Hoje, igrejas com atividades fora do Brasil – a maioria, em países na África e Europa – pagam 25% de Imposto de renda e 0,38% de IOF (Imposto sobre Operações Financieras) quando os valores são “de caráter missionário ou evangelizador”.
Além da emenda da isenção, a bancada apresentou outro dispositivo que ainda livra não só dos impostos, mas também do pagamento de contribuições, além de terem de ser perdoadas por todas as dívidas do passado.
“Há uma estimativa de que pelo menos 12 delas [igrejas] caíram na malha final, algumas com multas superiores a R$ 50 milhões. Se o Refis for aprovado [com as emendas da bancada evangélica], serão todas perdoadas”, apontou Bergamo.
A jornalista ainda lembrou que , em 2015, quando Eduardo Cunha presidia a Câmara, uma lei foi aprovada para que igrejas deixassem de pagar contribuições sobre a remuneração dos pastores, as chamadas prevendas. “Mas havia divergências e a Receita continua autuando as organizações religiosas”, acrescentou. (Do GGN)
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O jornalista William Waack é afastado do Jornal da Globo

William Waack ficará afastado do Jornal da Globo por tempo indeterminado. Ele está internado no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, desde a última quinta-feira (20), quando passou mal. Na sexta, recebeu quatro stents, tubinho metálico que desobstrui artérias entupidas por gordura. O quadro do jornalista é mais grave do que se imaginava na Globo.

Na quinta e na sexta, Waack foi substituído por Carlos Tramontina _e a audiência do Jornal da Globo até cresceu. A edição exibida no início da madrugada desta terça (25) foi apresentada por Renata LoPrete, sua substituta oficial, que estava em férias na semana passada.

Procurados, Globo e Sírio-Libanês não se manifestaram sobre a situação de William Waack até a conclusão deste texto.

O titular do Jornal da Globo foi submetido a um cateterismo na sexta-feira. “O cateterismo pode ter duas funções: diagnóstico ou tratamento. O exame diagnóstico consiste em avançar um cateter por dentro de uma artéria até chegar no coração, e lá injetar contraste. Artérias levam o sangue do coração a algum lugar. Quando a pessoa tem doença coronária, as artérias vão se entupindo e o espaço disponível para a passagem do sangue diminui”, explica Ibraim Masciarelli Pinto, cardiologista e presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).
Se sobra mais da metade do vaso [livre para passagem do sangue], geralmente o caso recebe tratamento clínico, a pessoa fica em observação. Se o entupimento é maior, você pode avaliar se o caso precisa de revascularização. Pode ser feita por cirurgia ou stent”, continua.

“O stent é o cateterismo terapêutico. O médico pega uma artéria da perna, chega até o coração e avança um balãozinho por dentro. Em cima desse balão tem um tubinho metálico, o stent. O catéter chega até o ponto que está entupido e solta o stent. Ele esmaga a placa de gordura que estava entupindo o vaso e limitando a passagem do sangue. O stent esmaga essa placa e restaura o espaço para o sangue passar”, conclui o médico. (Do Notícias da TV)





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Lula lamenta morte do jornalista Paulo Nogueira

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota sobre o diretor e fundador do Diário do Centro do Mundo, Paulo Nogueira.
“Nota de condolências
O Brasil perdeu na noite desta quinta-feira (29) um de seus grandes entusiastas. O editor e fundador do site Diário do Centro do Mundo, Paulo Nogueira, demonstrou como a comunicação pode ser democrática e importante ferramenta de resistência em tempos difíceis como o que vivemos.
Meus sentimentos à esposa e aos quatro filhos do jornalista.”
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Apresentador da Globo afirma que o preconceito com as pessoas negras no Brasil ainda é muito forte

Após 15 anos de trabalho como repórter na RBS, afiliada da Globo no Rio Grande do Sul, Manoel Soares atingiu um novo patamar na carreira. No último feriado de Corpus Christi (15), o ex-morador de favela e filho de faxineira estreou na apresentação do Encontro como substituto de Fátima Bernardes, ao lado de Ana Furtado e Lair Rennó.

Destaque no programa com reportagens sobre o cotidiano das periferias, ele se inspira em artistas como Lázaro Ramos. E reconhece que, para profissionais negros de origem humilde, o caminho para o sucesso é mais longo.

“Não acho que estamos perto de acabar com o racismo. Eu não posso me ter como ponto de referência porque sou um rapaz que está trabalhando na Globo. A referência é o menino que atende na lanchonete. Como ele é tratado? Precisamos de mais representatividade. Infelizmente eu, o Lázaro, a Taís [Araújo], nós somos ainda anomalias sociais. Não somos a regra, temos muito o que evoluir”, afirma.

O jornalista de 37 anos já enfrentou (e denunciou) preconceito nas redes sociais, mas afirma que a exposição na mídia lhe trouxe muito mais experiências positivas e edificantes do que negativas. O recente reconhecimento nacional tem surpreendido o repórter.

“Esperava que tivesse um pouco mais de rejeição, porque toco em temas espinhosos. Mas tem sido superbacana. Quando vou às comunidades, a galera fala: ‘Você é o negão da Fátima, né?’. Por mais que ainda não saibam meu nome, tem uma questão de identificação racial e conexão local. Quando eu era criança, minhas referências de negão na televisão não eram legais. Estou aparecendo na TV e não é em condição pejorativa, não é como bandido”, explica.

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Michel Temer é denunciado no Supremo por corrupção passiva

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal nesta segunda-feira 26 uma denúncia contra Michel Temer por corrupção passiva.
A denúncia tem como base as investigações sobre a relação de Temer com a JBS, do empresário Joesley Batista.
Agora o ministro Edson Fachin, do STF, aciona a Câmara, que vai decidir se autoriza ou não o prosseguimento da denúncia – é necessária a aprovação de dois terços dos 513 deputados. Após a votação, se o plenário do Supremo decidir aceitar a denúncia, Temer vira réu e terá de se afastar do cargo por até 180 dias. 
O ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), homem da mala de Temer, que recebeu R$ 500 mil em dinheiro da JBS a pedido do presidente, também foi denunciado. Os investigadores acreditam que o dinheiro teria Temer como destino final.
Além do crime de corrupção passiva, Janot apontou indícios de organização criminosa cometidas por Temer, Rocha Loures e o ex-ministro Geddel Vieira Lima. O procurador-geral também quer abrir um novo inquérito contra Temer sobre o esquema nos portos. (Com o 247)
Leia mais na Agência Brasil:
PGR denuncia Temer por crime de corrupção passiva
André Richter – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou hoje (26) o presidente Michel Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo crime de corrupção passiva. A acusação está baseada nas investigações iniciadas a partir do acordo de delação premiada da JBS. O áudio da conversa gravada pelo empresário Joesley Batista, um dos donos da empresa, com o presidente, em março, no Palácio do Jaburu, também é uma das provas usadas no processo. Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto ainda não se manifestou sobre a denúncia.
O ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) também foi denunciado pelo procurador pelo mesmo crime. Loures foi preso no dia 3 de junho por determinação do ministro Edson Fachin. Em abril, Loures foi flagrado recebendo uma mala contendo R$ 500 mil, que teria sido enviada pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS.
Para o procurador, Temer usou Rocha Loures para receber vantagens indevidas. “Entre os meses de março a abril de 2017, com vontade livre e consciente, o Presidente da República Michel Miguel Temer Lulia, valendo-se de sua condição de chefe do Poder Executivo e liderança política nacional, recebeu para si, em unidade de desígnios e por intermédio de Rodrigo Santos da Rocha Loures, vantagem indevida de R$ 500.000 ofertada por Joesley Batista, presidente da sociedade empresária J&F Investimentos S.A., cujo pagamento foi realizado pelo executivo da J&F Ricardo Saud”, diz a denúncia apresentada por Janot.
Câmara precisa autorizar
Mesmo com a chegada da denúncia, o STF não poderá analisar a questão antes de uma decisão prévia da Câmara dos Deputados. De acordo com a Constituição, a denúncia apresentada contra Temer somente poderá ser analisada após a aceitação de 342 deputados, o equivalente a dois terços do número de deputados da Câmara.
A denúncia foi enviada ao gabinete do ministro Edson Fachin, relator da investigação envolvendo o presidente. O ministro poderá conceder prazo de 15 dias para manifestação da defesa antes de enviá-la para a Câmara. A formalidade de envio deverá ser cumprida pela presidente do STF, Cármen Lúcia.
Se a acusação for admitida pelos parlamentares, o processo voltará ao Supremo para ser julgado. No caso de recebimento da denúncia na Corte, o presidente se tornará réu e será afastado do cargo por 180 dias. Se for rejeitada pelos deputados, a denúncia da PGR será arquivada e não poderá ser analisada pelo Supremo.
A regra está no Artigo 86 da Constituição Federal. “Admitida a acusação contra o presidente da República, por dois terços da Câmara dos Deputados, será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal, nas infrações penais comuns, ou perante o Senado Federal, nos crimes de responsabilidade”.
Durante a investigação, a defesa de Temer questionou a legalidade das gravações e os benefícios concedidos ao empresário Joesley Batista pela PGR na assinatura do acordo de delação premiada. Os advogados de Loures afirmam que a prisão é ilegal e que o ex-deputado não fará delação premiada.
“Nada nos destruirá”
Em discurso no Palácio do Planalto, na manhã de hoje (26), o presidente Michel Temer disse que a agenda de reformas proposta pelo governo é a “mais ambiciosa” dos últimos tempos. “Não há plano B. Há que seguir adiante. Portanto nada nos destruirá. Nem a mim nem a nossos ministros”, disse.
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