Francisco Castro – 40060

CANDIDATO “FRANCISCO CASTRO – PSB – DEPUTADO ESTADUAL nº 40.060

O economista Francisco Castro tem 42 anos, é casado e especialista em finanças públicas e mestre em economia. É o mais velho de uma família de onze irmãos nascidos em Baturité no interior do estado do Ceará e desde 1986 reside na cidade de Barueri/SP.

É um grande defensor do desenvolvimento econômico e social da sociedade brasileira. O seu desejo é que as pessoas vivam em paz e com dignidade, sejam respeitadas e tenham os seus direitos respeitados.

Hoje é um economista respeitado com vários artigos publicados sobre economia, política, finanças públicas e outros assuntos de interesse da sociedade em diversos órgãos especializados, na mídia impressa e eletrônica em todo o país.

“A população estão cansada dos mesmos políticos e precisa que as suas necessidades sejam plenamente atendidas. Não se pode admitir que as pessoas mais pobres não tenha um atendimento médico dígno. Não se pode admitir que as pessoas que se deslocam pelas rodovias de São Paulo sejam assaltadas com uma cobrança absurda de pedágio. Não se pode admitir que no estado de São Paulo não haja uma qualidade nas escolas estaduais tão boa quanto nos melhortes colégios particulares. Não se pode admitir que haja tanta burocracia nos órgãos públicos na abertura e fechamento de empresas. Não se pode admitir que as pessoas sejam humilhadas pelo poder público e seus agentes. O meu trabalho tem como fundamento atender essas e outras demandas Com certeza tenho muito a contribuir com a melhora da vida das pessoas, por isso humildemente peço o seu voto para Deputado Estadual nº 40.060”, concluiu o candidato.

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As pessoas são importantes, devemos respeitá-las

Os crimes praticados, as maldades cometidas, as traições, os desaforos, as humilhações, os preconceitos e muitos outros tipos de atos reprováveis e repugnantes são todos realizados por pessoa sem caráter digno de ser respeitado e considerado. Pessoas que prejudicam outras pessoas, independentemente se for do ponto de vista econômico, financeiro, moral, psicológico ou social, devem ser punidas e ser obrigadas a reparar e pagar muito bem à sociedade e à pessoa que foi prejudicada.

Infelizmente, vivemos em um mundo que predomina o egoísmo, a ganância, o desprezo às pessoas e culto ao “ganhar a qualquer custo”. Numa sociedade desse tipo as leis são facilmente burladas inibindo consideravelmente os seus efeitos para diminuir a prática de atos considerados lesivos às pessoas. A moralização da sociedade e o cumprimento de princípios elementares como respeitar as pessoas passa por todos terem consciência da importância de que a harmonia é fundamental na vida de uma sociedade, educada, coesa e feliz.

Definitivamente, o conhecimento formal aprendido nas escolas e faculdades não é suficiente para deixar uma pessoa educada, respeitadora dos direitos dos outros e das leis vigentes no país. Ao contrário, temos visto muitos atos de desrespeito às leis e às pessoas serem cometidos por pessoas com alto nível de conhecimento. É preciso transformar a mente das pessoas para que tenham o ser humano como o mais importante. Muito acima de qualquer ambição pessoal.

Amor, solidariedade, compaixão e práticas que sempre levem a ajudar outras pessoas são ações que deveriam ser disseminadas em toda a sociedade. Uns ajudando os outros que estejam precisando. Esse ajudar não significa somente ajuda material, mas, principalmente, respeitar. O respeito é um elemento fundamental em todas as relações. Na sociedade, as relações são contínuas e das mais variadas magnitudes. Devemos levar o respeito, o amor, a solidariedade e a felicidade a todas pessoas que podemos ter contato direta ou indiretamente.

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Os desafios que temos que vencer

Os desafios impostos à sociedade e aos dirigentes brasileiros são enormes e devem ser tratados com muito cuidado para não banalizá-los e passarem a ser tratados de forma totalmente inadequada. Questões relacionadas com oferta de educação de qualidade, qualificação da mão de obra, segurança pública, saúde, saneamento básico, pedágios, trânsito nas grandes cidades, infra-estrutura (portos, estradas, aeroportos, etc.), burocracia nos serviços públicos e muitas outras devem tratadas de forma que vise à elevação do bem estar, satisfação e conforto da população em geral.

O nosso país viveu um período terrível nos aos das décadas de 1980 e 1990, em que a inflação dominava, a dívida pública massacrava, as crises internas e externas minguava todas as possibilidades de desenvolvimento e a população, principalmente as pessoas mais pobres, sofrendo todas as conseqüências dessas adversidades. Durante esses vinte anos, o governo brasileiro quase que não pode investir nas áreas em que a população mais necessita. Nesse período ocorreram algumas inversões, mas foram totalmente insuficientes. A grande maioria dos recursos que foram arrecadados nesse período serviu para pagar os juros da dívida pública e o déficit da previdência além de custear a máquina do governo.

Com a calmaria existente nos últimos oito anos, ocorrendo crises com magnitude bem inferior as que ocorreram nas duas décadas anteriores, o Brasil tem todas as condições de fazer políticas que atendam aos anseios da população.  É preciso que o nosso país tenha uma revolução transformadora em que as crises sejam objeto da história e o progresso, o sucesso, o bem estar e a felicidade de nosso povo passem a ser o foco de todos os governantes. Todos que desejam almejar algum cargo público nas eleições de 03 de outubro de 2010 devem ter em mente esse grande desafio de transformar a nossa nação, deixando-a com um perfil de gente satisfeita com os serviços públicos e otimista no atendimento de suas demandas.

Cada brasileiro deve escolher o seu representante, seja para qual cargo for, tendo em mente o comprometimento desse candidato com esses desafios. O país agora tem todas as condições de atender aos anseios do seu povo. É somente preciso definir prioridades. Antes não existiam alternativas para a escolha de prioridades, a nação estava se defendendo de terríveis crises, não sobravam recursos, energias e políticas para cuidar efetivamente das verdadeiras necessidades da população. Agora, tudo deve ser direcionado para o povo. Não deve ficar apenas em palavras ou discursos bonitos, mas em ações concretas, em atos que efetivem e culminem em vida melhor para todos.

Vamos começar a construir um país de progresso, de felicidade com mais segurança, com toda educação pública de alta qualidade, com infra-estrutura que atenda adequadamente às necessidades do país, com segurança pública descente, com muito menos burocracia no setor público, com muito menos pedágios em nossas rodovias e muitas outras coisas que precisam melhorar. Iremos enfrentar todos esses desafios na certeza de que a vitória será de todos.

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Violência contra a mulher deve ser punida severamente

A violência de todos os tipos está presente em praticamente todos os recantos de nosso país, entretanto, alguns tipos estão muito mais em evidência do que outros. Um dos tipos de violência que está muito em moda atualmente é a violência contra a mulher. Qualquer violência é condenável, repugnante e deve ser punida exemplarmente. Mas, a violência contra a mulher é muito mais condenável e muito mais revoltante porque a mulher é sempre mais frágil fisicamente que o homem.

A vida é um dom sagrado que não deve ser violado. Mas, o que se observa são centenas e milhares de vidas humanas sendo sacrificadas e, destas, muitas são de mulheres. Apesar da existência de leis específicas para combater a violência contra a mulher, infelizmente, o percentual de pessoas punidas por praticarem atos de violência contra a mulher ainda é muito baixo se comparado com o número de pessoas que agridem ou até matam as mulheres.

É verdade que sempre existiu a violência contra a mulher e em alguns sentidos a sociedade até que tolerava, mas na atualidade em qualquer violência (sexual, física, emocional, etc.) deve-se aplicar o máximo do rigor da lei. Mas, lamentavelmente, os crimes que são punidos são aqueles poucos que têm uma grande repercussão na mídia, o restante (que é a grande maioria) fica no aguardo da boa vontade da ineficiência da polícia e na morosidade da justiça. Em razão disso, a maioria dos crimes ficam impunes e seus praticantes ficam livres para praticarem novos crimes e muito provavelmente crimes da mesma natureza.

A sociedade brasileira deve se unir fortemente para exigir punição a todos os crimes praticados contra a mulher. Banalizar a vida transformando-a como um objeto qualquer em que no momento em que quiser pode destruí-lo deve ser severamente combatido por todos da nossa sociedade. A não punição desses crimes pode levar as pessoas de má índole a praticarem porque elas se vêem sem nenhuma punição que lhe leve um custo ao fazerem isso.

O que se deve fazer é que todas as pessoas se conscientizem para a quantidade de crimes contra a mulher no Brasil. O que as pessoas ficam sabendo são somente os que têm repercussão, a imensa maioria fica encoberto com poucas pessoas tendo conhecimento. A polícia deve investigar e prender de forma eficiente não somente nos casos que dão “IBOPE”, mas a todos porque todos estão relacionados à vida, à vida de uma mulher.

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Necessidades transformadoras do povo brasileiro

As necessidades e os problemas da sociedade são diversos e de magnitudes variadas e, como tal, exigem soluções diferentes e específicas. Entretanto, existem métodos e políticas que se bem aplicados podem levar a resultados altamente satisfatórios que podem culminar no atendimento de muitos anseios da população.

A primeira coisa a fazer é cuidar com muita eficiência, respeito e dedicação os recursos escassos do orçamento público. É pegar a verba e fazer uso dela da melhor maneira possível para atender o que a população verdadeiramente precisa. Tem que eleger prioridades, tem que verificar o que, de fato, as pessoas necessitam e aplicar os recursos arrecadados por meio de impostos, taxas, contribuições e outros meios nas coisas que são mais importantes para as pessoas. Não no que algumas pessoas acham que seja importante, mas onde o retorno social será muito maior.

É inadmissível que o estado de São Paulo, e outros estados, continue pagando em sua dívida 15% do que se arrecada. Assim, os governos ficam reféns do mercado e em especial da crueldade do mercado financeiro. Todas as pessoas que se predispõem a servir a população por meio de um cargo público deve ter em mente em primeiro lugar a vida das pessoas, em especial daquelas que são mais necessitadas e que, em conseqüência, são as que mais precisam do auxílio dos governos. A prioridade são as pessoas. A prioridade são as pessoas viverem bem.

Evidentemente que sempre existirá pessoas insatisfeitas por um motivo ou outro, mas deve ser levado em consideração as reais necessidades das pessoas tais como educação de boa qualidade, serviços de saúde públicos em que as pessoas sejam tratadas com dignidade e que o cidadão não tenha que esperar semanas ou meses para ser atendido por um especialistas ou ter que ir mais de uma vez para ser atendido em uma consulta. Ao mesmo tempo é preciso que se tenham escolas públicas que formem pessoas com nível compatível igual às melhores escolas particulares. O último ENEM (Exame Nacional de Ensino Médio) foi uma vergonha para as escolas estaduais de São Paulo e dos outros estados.

É também mais do que necessário que tenha menos burocracia no poder público, evidentemente sem esquecer a ética no relacionamento entre o público e o privado. As pessoas necessitam de oportunidade para ter um negócio com segurança, respaldo e assistência do governo. Muitas e muitas pequenas empresas que surgem vão à falência nos primeiros anos porque faltam assistência, assessoria e respaldo financeiro, principalmente por meio de empréstimos baratos.

Existem outras ações importantes que o homem público deve tomar como ações prioritárias tais como segurança, trânsito, pedágios (principalmente no estado de São Paulo), entre outras, mas as prioridades mencionadas nos parágrafos acima são constituídas de ações transformadoras que elevará o perfil da nossa sociedade, as transformará em um povo mais rico, menos dependente do Estado e com muito mais capacidade de suprir as suas próprias necessidades.

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A necessidade do Estado na vida das pessoas

Gostem ou não gostem, as pessoas necessitam da atuação, da ajuda e dos serviços do Estado. Seja no atendimento das demandas de serviços de saúde, educação, segurança pública, assistência social aos desvalidos que não conseguem obter o próprio sustento por meios próprios, regular a economia e as suas diversas facetas, prover o cidadão do direito, etc. Enfim, o Estado é necessário e importante em todos os aspectos em toda e qualquer sociedade moderna. É com o Estado que as coisas conseguem seguir o seu fluxo de forma ordenada, ordeira e respeitosa.

 Isso tudo significa que o Estado é muito importante e que na sua ausência poderíamos ter o caos, a desordem, o desrespeito e a lei do mais forte. Isso, evidentemente, não é apropriado a nenhuma sociedade moderna. Existe a necessidade da atuação do Estado para fazer com que a sociedade seja gerida de forma ordeira, respeitosa, regulada, eficiente, sem abusos e com o máximo de respeito a todas as regras.

 Em um país como o nosso, a atuação do Estado em diversos seguimentos da economia é ainda mais necessária porque mesmo com todo o vigor do setor privado e da existência de grandes empresas privadas, o governo tem sido o protagonista de muitos projetos estratégicos para a nossa economia e para o nosso futuro econômico. Os grandes projetos de hidrelétricas e de transporte em fase de definição atualmente são exemplos disso onde o governo atua de forma majoritária.

 Quando as pessoas se ausentam do processo eleitoral estão se abdicando do futuro da própria nação, estão entregando os destinos da nação para que sejam decididos pelos outros. Não devemos ser covardes, e deixar a nação ser guiada por qualquer um, devemos, sim, participar das eleições escolhendo os melhores para guiar (tanto no legislativo quanto no executivo) a nação, os estados e os municípios. A responsabilidade é de todos os brasileiros em idade de votar. A covardia é para os fracos. Não devemos ser fracos quando o destino do Brasil e de seu povo está em jogo. Nessas eleições de 03 de outubro vote e escolha os melhores.

 O Estado é muito importante para ser deixado que os outros decidam por nós. Devemos participar do processo democrático de escolha dos representantes. Não devemos nos levar pela falácia de que todos os políticos são ladrões ou incompetentes porque isso é uma mentira. Existem pessoas na política que merecem todo o crédito e pessoas que estão entrando na política nesse pleito de 2010 com todo o vigor, coragem, ética e eficiência para oferecer ao povo. Devemos oferecer a essas pessoas a oportunidade de fazer o melhor para o nosso povo.

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Vote em quem tem compromisso com o que é certo

Sempre vemos, ouvimos e sentimos que as pessoas são céticas com relação à política e aos seus protagonistas. Isso ocorre até de forma natural e com certa lógica porque muitos que entram na política o fazem intencionados em governar, legislar e atuar em benefício próprio, aproveitando de todas as formas para se promover, desprezando a ética, a moral, o respeito, a honra e a hombridade.

   O nosso sistema político, apesar de diversos aperfeiçoamentos ocorridos nos últimos anos, é cheio de vícios e defeitos que facilitam muito a vida de corruptos que almejam alcançar a vitória nas eleições. Se tiver muito dinheiro para gastar nas campanhas conseguem se eleger e, então, terá a oportunidade de trabalhar em prol dos seus, fazer falcatruas e ajudar a sujar ainda mais o conceito de política em nosso país. Portanto, não vote em pessoas que se apresentam com muito dinheiro, gastando muitos recursos, principalmente para o poder legislativo, é um sinal de que quando tiver exercendo o mandato terá que prestar contas com outras pessoas que não são necessariamente a população que necessita de seus préstimos como pessoa pública.

 Mas, felizmente, as pessoas estão começando a ter consciência da importância do voto e não estão deixando se levar apenas pela propagando sofisticada ou em grande quantidade. Estão começando a votar em pessoas que realmente merecem ser votadas. Ainda bem que existem muitos candidatos que merecem receber o voto do eleitor e honrar com dignidade a confiança depositada na urna pelo eleitor no momento de votar.

 Exemplos em nosso país não faltam de pessoas que viveram a vida toda para servir a população sem nunca ter maculado a sua imagem ou o seu nome com ações ou atos considerados impróprios ou indignos a um bom político. Isso mostra cabalmente que atualmente existem alternativas que devem merecer a confiança dos eleitores brasileiros. O eleitor nunca deve de impressionar pelas aparências, demonstração de poder ou riqueza ou magnitude das campanhas eleitorais. Deve focar única e exclusivamente no candidato e sua capacidade de fazer as coisas certas. Candidatos que tenham compromisso com o que é certo.

 Este ano de 2010 a população brasileira deve fazer um pacto de tirar da vida pública todos aqueles e todas aquelas que não merecem ter o rótulo de honestos ou honestas. A paz, a prosperidade, a felicidade, o progresso e o padrão de vida de um povo de uma nação ou de um país dependem cada vez mais da honestidade, capacidade de fazer o que é certo, de eficiência e de visão social de seus governantes e legisladores. Como estes são escolhidos pelo povo nas eleições, está nas mãos do povo escolher bem os seus representantes. Depois de ter feito as escolhas erradas não adianta se arrepender depois ou chamar todos os políticos de ladrões, desonestos, etc. Primeiro porque muitos dos políticos são honestos e segundo, a responsabilidade de votar em políticos desonestos é da população. Vote certo e no que seja melhor. Pesquise, leia, compare e vote no melhor para o nosso país e para o nosso povo.

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Porque Francisco Castro é candidato a deputado estadual

Em momento em que os políticos estão tão em baixa com a população, como se observa atualmente, é até natural que muitos fiquem reticentes em entrar para a vida pública por meio de disputa eleitoral. Entretanto, será conveniente deixar que aproveitadores tomem conta da política maculando o que tem de bom nessa arte? As pessoas que possuem aptidão, coragem, condições morais, éticas e intelectuais não devem servir à população com todo vigor? Não é hora de estabelecer o compromisso com o que é certo? 

Confesso que em certos momentos nos leva até a um certo desânimo quando observamos atitudes e comportamentos de muitos políticos que pensam primeiro em si próprios quando tomam alguma decisão. A floresta da nossa política está cheia de ratos que não fazem nada para melhorar o bem estar da população, ao contrário, fazem de tudo para que eles fiquem cada vezes mais ricos. É chegado o momento de mandar esses ratos para onde vieram e colocar em seus lugares pessoas sérias realmente comprometidas com a população respaldadas pelo passado, pelo pensamento, idéias, caráter, força de vontade, ética, moral, respeito às pessoas e, acima de tudo, coragem para enfrentar os esquemas estabelecidos no meandro da nossa política.

Eu confesso que tenho todas essas características. Para enfrentar esses “sanguessugas” do poder público é que eu, Francisco Castro, me candidato nestas eleições de 2010 para o cargo de deputado estadual pelo PSB/SP sob o número 40.060. Não devemos esmorecer somente porque aproveitadores tomaram conta de uma parte razoável da nossa política. Ao contrário, devemos ter coragem para combater esses saqueadores da melhora de vida do nosso povo.  

Especificamente no estado de São Paulo, o estado mais rico do Brasil, existem muitas demandas que não são atendidas ou são de forma precária e ineficiente. A educação em nosso estado é lamentável, muitos alunos concluem os seus cursos sem saber nem a metade do que deveriam saber. É preciso que a qualidade esteja presente nas escolas paulistas, os alunos ao saírem de seus estudos devem está preparados para enfrentar o mercado de trabalho ou para prosseguir com os estudos. O representante do povo na Assembléia Legislativa tem a obrigação de lutar por uma educação de verdade para toda a população. 

É inadmissível que no estado de São Paulo pessoas morram por falta de leito nos hospitais, não se pode, em hipótese alguma, admitir que pessoas fiquem semanas ou até meses esperando consulta com especialista no serviço de saúde público. A saúde deve ser a prioridade número um porque não existe nada que se iguale à vida. Só temos uma, por isso o Estado deve oferecer todas as condições para que a população tenha atendimento eficiente e de qualidade nos serviços de saúde sempre que precisar.   

A segurança pública, transporte, trabalho, trânsito nas grandes e médias cidades, burocracia no setor público, respeito ao povo no atendimento nas repartições públicas e os pedágios são questões que também devem está em primeiro plano para quem quer, de fato, servir ao nosso povo da melhor maneira possível.  O detalhamento e o tratamento dado a essas questões podem ser vistos lá no meu site, no endereço http://www.franciscocastro.com.br.

 Esses são os pontos básicos pelos quais me levaram à minha candidatura a deputado estadual por São Paulo tendo como único objetivo servir o povo no atendimento às suas demandas onde seja necessária a participação do poder público. Eu espero contar com  apoios, críticas construtivas e respaldo para que possamos romper essa mesmice no poder público. Eu tenho consciência que a luta é muito difícil, mas que com muita coragem e a participação das pessoas que não estejam satisfeitas com o que se encontra a nossa política sairemos vencedores para o bem da nossa sociedade.

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A democracia econômica é tão importante quanto a democracia política

A democracia econômica é tão importante quanto a democracia política

Democracia em termo popular quer dizer para o povo e com o povo. Essa nomenclatura é muito mais difundida e conhecida quando se refere à política e às atividades relacionadas com a política. Mas pode perfeitamente ser utilizada para a economia. O termo democracia pode ser utilizado quando queremos dizer que a economia deve ser para todos e com todos.


Tal qual na democracia política em que todos podem participar da atividade política, na democracia econômica todos podem participar da produção e dos ganhos que a economia pode proporcionar. A economia não é para ser utilizada somente por alguns, mas para todos. Cada um dos cidadãos tem o direito de ser um ator econômico, tem o direito de participar das atividades econômicas que geram renda e riqueza. Será que isso ocorre em nosso país? Será que existem programas dos governos que atuam de forma eficaz para elevar todas as pessoas que não tem oportunidade no mercado a atuarem de forma produtiva? Será que não é chegada a hora dos homens e das mulheres brasileiras terem oportunidades de exercerem atividades produtivas?


Certamente é mais que passada a hora de buscarmos meios e formas de todos os brasileiros terem oportunidades de se tornarem protagonistas do desenvolvimento e do progresso de nosso Brasil. Para isso, é necessário que todos sejam inseridos na economia, que todos tenham a possibilidade de contribuírem com a produção de produtos ou serviços sejam como empregados em empresas, cooperativas ou outros tipos de instituições ou por meio de negócio próprio. O homem produtivo e participante da economia tem uma outra personalidade, um outro tipo de brio, tem muito mais respeito a si próprio e é muito mais útil para si mesmo e para a sociedade.


É verdade que o governo deve proporcionar comida a quem tem fome, mas é premente que as pessoas precisam de oportunidade para crescerem e aumentarem a produtividade. É preciso que sejam criados programas que de forma efetivo e eficaz levem as pessoas mais pobres e sem oportunidades a serem pessoas não ter necessidades de ajuda do poder público, ao contrário, passem a gerarem impostos e renda para a sociedade. É preciso coragem e determinação para tirar da dependência de ajuda do governo uma quantidade enorme de pessoas. É claro que essas pessoas não querem depender da ajuda do poder público, mas se elas não têm oportunidade não lhes resta outra opção a não ser receber ajuda de programas que deveriam servir como paliativo, mas que servem como fonte de renda permanente de muitas famílias.


Programas como o Bolsa Família devem existir somente para que famílias possam se preparar para obter um melhor rendimento em suas atividades. Mas se não existem oportunidades para que essas pessoas obtenham melhores rendimentos, o auxílio publico serve como uma forma de perpetuação da pobreza. Isso pode travar o progresso que tanto sonhamos. É verdade que a economia teve bastante ganhos de forma direta e indireta em razão de políticas sociais adotadas pelo governo nos últimos anos, isso é incontestável, mas os ganhos teriam sido infinitamente maiores se concomitantemente a esses programas sociais também fossem adotados programas que levassem todas essas pessoas à atividade produtiva com produtividade razoável. Na economia, a democracia ainda deve caminhar um longo caminho para que possa se estabelecer.

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Até quando brasileiros morrerão em tragédias naturais?


Um país com dimensões tão grandes, com tantas áreas que poderiam servir para construção de moradias seguras não pode sofrer tantas tragédias em conseqüência de quantidade de chuvas maior do que o habitual. Nos últimos tempos, tem havido uma incidência muito grande dessas tragédias em que milhares de pessoas são fortemente afetadas e centenas perdem as suas vidas. O que deve ser feito para evitar ou ao menos diminuir essas tragédias? É possível encontrar culpados, além da quantidade de chuvas muito maior do que o normal (como sempre se escuta das autoridades ao tentar justificar o injustificável), por essas tragédias?


É com muita dor, tristeza, agonia e revolta que assistimos essa tragédia que tem afetado impiedosamente vários municípios dos estados de Pernambuco e Alagoas. São famílias que perderam tudo do pouco ou muito pouco que possuíam. Além disso, o que é muito pior, dezenas de vidas foram perdidas por conta dessas chuvas que chegaram a destruir cidades inteiras. A destruição foi tão intensa que transformou ruas e residências em rios e lagos. O desolamento é semelhante ao verificado em tragédias ocorridas nos estados de Santa Catarina e no Rio de Janeiro, somente para lembrar os casos mais recentes em que muitas pessoas perderam suas vidas e a configuração de tragédia ficou nítida.


Em todos esses casos é possível evitar a intensidade da tragédia. Evidentemente que não é possível, pelo menos em curto prazo, evitar a magnitude das chuvas, mas é perfeitamente possível evitar que tanta destruição ocorra e, principalmente, vidas sejam perdidas por conta das chuvas. Existem meios sofisticados de previsão de incidência de chuvas, inclusive a intensidade e período, e em quais localidades irá chover mais e onde irá chover menos. Ao mesmo tempo, as autoridades municipais, estaduais e federais devem proibir que se construam residências ou prédios comerciais em locais próximos a margens de rios e córregos e em morros. A combinação de duas providências pode evitar chorarmos as perdas de vidas e o sofrimento de tanta gente por causa das chuvas: Utilizar de forma crível, séria e eficiente todas as técnicas disponíveis de previsão de chuvas e tirar todas as construções que fiquem próximas a rios ou em morros.


Essas providências cabem ao poder público que tem a obrigação de impor medidas duras para que essas histórias de dor não se repitam em outros lugares ou até mesmo onde já ocorreu no passado. A culpa pode ser creditada às autoridades que deixaram que fossem construídas habitações, comércios e outros tipos de construções em locais que não deveria existir. Pode-se argumentar que em muitos anos não ocorreu nada parecido com tanta chuva, mas quem vive em lugares próximo a rios e encosta de morros sabe que o perigo existe e em algum momento pode ocorrer o inesperado. Portanto, a culpa pode também ser creditada a quem vive nesses locais.


As autoridades devem impor por todos os meios e formas para que nessas áreas de risco sejam proibidas habitação ou qualquer tipo de atividade em que indivíduos sejam postos em perigo. Mas também devem proporcionar condições para que as pessoas possam continuar as suas vidas e as suas atividades sem nenhum problema em um local mais seguro. Tem que haver uma opção em que as pessoas não fiquem prejudicadas. A culpa das pessoas é muito relativa quando elas constroem suas residências nesses locais quando elas não possuem alternativas. É preciso que seja feito um levantamento de todas as áreas de riscos em todo o território brasileiro e já começar a tomar as providências. Nessa empreitada, necessariamente, os Estados, os Municípios e a União tem que se unir e buscar fazer um trabalho bem feito e eficiente.

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